Principais características do modernismo

Introdução
O presente trabalho é da disciplina de português, tem como carácter avaliativo. Tenho privilegio de colocar nas mãos do docente desta magnifica disciplina < < português >>
O presente trabalho é constituído por uma gama de conteúdos sobre Modernismo, pois esperamos que este trabalho represente uma mais-valia nos exercícios dos estudantes e as funções do docente.
<< por uma educação de qualidade para todos estudantes úteis, a si próprio e a sociedade que emanam e fazem parte, uma educação ao serviço do desenvolvimento e que veicule o saber, o saber fazer o saber ser e o saber estar. Uma educação que nos faça orgulhar do nosso pais e da nossa história.>>















Modernismo
Definição:
Modernismo ou Movimento Moderno foi um movimento literário, artístico e cultural que surgiu no começo do século XX, e seu objectivo era quebrar ou rompimento com o "tradicionalismo" (Parnacianismo, simbolismo e a arte académica) da época, experimentando novas técnicas e criações artísticas.
O modernismo ficou marcado por transformações vertiginosas e caóticas, além da efemeridade e sensação de fragmentação da realidade. Os artistas modernistas sentiam a necessidade de mudar o meio em que viviam, experimentando novos conceitos.
Acreditava-se que as formas “tradicionais” das artes plásticas, design, literatura, música e cinema estava totalmente ultrapassadas. Devia-se “criar” uma nova cultura, com o objectivo de transformar as características culturais e sociais já estabelecidas, substituindo-as por novas formas e visões.  
Os artistas modernos, a partir dessas novas formas artísticas que se estabeleciam,  desenvolviam as suas técnicas de criação e reprodução, fazendo surgir subjectivamente uma nova forma de pensar o sistema vigente. O modo de pensar e o posicionamento do artista perante os processos da modernidade (a mudança, a efemeridade e a fragmentação), eram de extrema importância para a formação de uma estética modernista.
Vicente Van Gogh é um dos principais representantes da renovação estética nas artes do fim do século XIX
Chama-se genericamente  modernismo  (ou movimento modernista) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as arte e o design da primeira metade do século XX Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os vários movimentos, eles em geral se diferenciam e até mesmo se antagonizam.
Encaixam-se nesta classificação, dentre outros campos culturais, a literatura, a arquitectura,  design, pintura,  escultura,  teatro e a música modernas.

A primeira metade do século XIX na Europa foi marcada por uma série de guerras e revoluções turbulentas, as quais gradualmente traduziram-se em um conjunto de doutrinas actualmente identificadas com o movimento romântico, focado na experiência individual subjectiva, na supremacia da Natureza, como um tema padrão na arte, meios de expressão revolucionários ou radicais e na liberdade do indivíduo. Em meados da metade do século, entretanto, uma síntese destas ideias e formas de governo estáveis surgiram. Chamada de vários nomes, esta síntese baseava-se na ideia de que o que era "real" dominou o que era subjectivo. Exemplificada pela realpolitik de Otto Von Bismarck , ideias filosóficas como positivismo  e normas culturais agora descritas pela palavra vitoriana.
O modernismo e uma corrente literária que, em Portugal, surge associado ao advento da republica. Pode se dizer que se trata de uma rejeição ou negação da tradição e uma tendência a encarar os problemas sob uma nova perspectiva baseada em ideias técnicas actuas.
A busca pelo moderno e inovador e a principal marca deste período. Na poesia 
Modernista já não e a expressão do indivíduo mais a linguagem que se constitui a partir de um vazio, de não-eu.
Prima-se pela versificação livre o versilibrismo.  
O maior representante do modernismo Português foi Fernando Pessoa

 
             Fernando Pessoa
        Fases do Modernismo
Primeira fase (ou fase Heróica)
A primeira fase  (ou primeira geração modernista):  A fase heróica, como também ficou conhecida, é representada, principalmente, pela tríade modernista, isto é, os escritores Manuel Bandeira, Mário e Oswald de Andrade. O trio deu continuidade aos postulados de 1922-1930, apresentando uma estética transgressora, testando os limites da forma e do conteúdo e combatendo as escolas tradicionais de nossa literatura; esta fase caracteriza-se por um maior compromisso dos artistas com a renovação estética que se beneficia pelas estreitas relações com as vanguardas Europeias (cubismo, futurismo, surrealismo, etc.), na literatura há a criação de uma forma de linguagem, que rompe com o tradicional, transformado a forma como ate então se escrevia, algumas dessas mudanças são: A liberdade formal (utilização do verso livre, quase abandono das formas fixas como o soneto, a fala coloquial, ausência da pontuação, etc.).
Este período caracteriza-se também pela formação de grupos do movimento modernista: Pau-Brasil, antropófago, verde-amarelado, grupo de porto alegre e grupo modernista regionalista de recife. 

       

        Segunda fase (ou fase de consolidação)


Segunda fase (geração de 1930):  Os escritores da literatura modernista nos anos 1930 deram continuidade às conquistas da primeira fase, contudo, diante de um contexto histórico beligerante, era preciso voltar as atenções para a realidade e utilizar a literatura como instrumento de denúncia e análise social, tanto na prosa quanto na poesia. Entre os principais representantes dessa fase estão os escritores Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, entre outros.

          


Terceira fase

Terceira fase (geração de 1945):  A pesquisa estética e a renovação das formas de expressão literária, tanto na poesia quanto na prosa, foram as principais características da geração de 1945. Caminhando em direcção à experimentação, os autores da terceira fase do Modernismo vislumbraram outras possibilidades temáticas, deixando em segundo plano as preocupações políticas, ideológicas e culturais que marcaram a geração de 1930. Seus principais representantes foram Clarice Lispector, Guimarães Rosa, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Mário Quintana, entre outros.
Para que você conheça cada uma das fases da literatura modernista, suas características e principais escritores, o Mundo Educação preparou uma sessão sobre o Modernismo brasileiro. Nela você encontrará diversos artigos que têm como objectivo elucidar esse importante movimento de nossa literatura. Em verso e em prosa, conheça o último movimento de vanguarda de nossas letras. Boa leitura e bons estudos!

              Principais Modernistas
Os principais modernistas da época do modernismo são:
Manuel Bandeira, Mário, Oswald de Andrade, Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Monteiro Lobato, Simões Lopes Neto, Lima Barreto, Augusto dos anjos, Lazar segall, Anita Malfatti.

Principais características do modernismo

  • Inconformismo político - espírito revolucionário;
  • Irreverência, iconoclastia;
  • Antiacadémicos, antitradicionalismo, antitabagismo, anticonformismo;
  • Rejeição das normas estéticas consagradas;
  • Proposta de inovações linguísticas:
  • Versos livres;
  • Aproximação entre poesia e prosa;
  • Exploração de novos temas;
  • Simultaníssimos, sínteses, fusões diversas;
  • Uso da linguagem coloquial;
  • Humor, ironia, o "poema-piada";
  • Incorporação do quotidiano;
  • O moderno como um valor em si mesmo;
  • Nova concepção do mundo e do homem.

Na literatura brasileira, as principais características do Modernismo são:

  • Fragmentação
  • Síntese
  • Busca pela linguagem brasileira
  • Nacionalismo
  • Ironia, humor, paródia e piada
  • Relato do quotidiano
  • Urbanismo
  • Revisão crítica do passado histórico e cultural
  • Subjectivismo
  • Versos livres
  • Modernismo
  •  

Exemplos de textos da época do modernismo
Moça Linda Bem Tratada

Moça linda bem tratada,
Três séculos de família,
Burra como uma porta:
                   Um amor.
Grã-fino do despudor,
Grã-fino do despudor,
Esperte, ignorância e sexo,
Burro como uma porta:
Um coió.

Mulher gordaça, filo,
De ouro por todos os poros
Burra como uma porta:
Paciência...

Plutocrata sem consciência,
Nada porta, terramoto
Que a porta do pobre arromba:
Uma bomba.

Mário de Andrade


— Psio . . . —
Para cá, para lá. .
Para cá e. .
— O novelozinho caiu.
Pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.

Oswald de Andrade

Eu sou trezentos...
Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,
As sensações renascem de si mesmas sem repouso,
Ôh espelhos, ôh! Pirenéus! Ôh caiçaras!
Si um deus morrer, irei no Piauí buscar outro!
Abraço no meu leito as melhores palavras,
E os suspiros que dou são violinos alheios;
Eu piso a terra como quem descobre a furto
Nas esquinas, nos táxis, nas camarinhas seus próprios beijos!
Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,
Mas um dia afinal eu toparei comigo...
Tenhamos paciência, andorinhas curtas,
Só o esquecimento é que condensa,
E então minha alma servirá de abrigo.
Mário de Andrade










Conclusão
Durante a realização deste trabalho, o grupo sentiu-se induzido, a recorrer a biblioteca virtual e a internet, procurando dar o máximo para poder chegar as expectativas, assim como as exigências do docente desta magnifica disciplina de Português, chegamos a conhecer que: O modernismo é um movimento literário e artístico do inicio do século XX, cujo objectivo era o rompimento com o tradicionalismo, a libertação extática, a experimentação constante e, principalmente, a independência cultural do pais.
Ao investigar o trabalho em referência evoluímos bastantes dificuldades, com em sem bibliotecas recheadas quando a nossa vila.
NB: Façamos de escola um centro de formação integral do homem.



















Bibliografia
Titulo: modernismo na literatura-Histaria e Movimentos literasavetime: 2017-08-23
(horas:18:17 minutos)
Titulo: modernismo na literatura-Histaria e Movimentos literasavetime: 2017-08-23
(horas:19:32 minutos)
 Titulo: modernismo na literatura-Histaria e Movimentos literasavetime: 2017-08-23
(horas:14:12minutos)






Resumo-de-modernismo




Introdução
O presente trabalho é da disciplina de português, tem como carácter avaliativo. Tenho privilegio de colocar nas mãos do docente desta magnifica disciplina < < português >>
O presente trabalho é constituído por uma gama de conteúdos sobre Modernismo, pois esperamos que este trabalho represente uma mais-valia nos exercícios dos estudantes e as funções do docente.
<< por uma educação de qualidade para todos estudantes úteis, a si próprio e a sociedade que emanam e fazem parte, uma educação ao serviço do desenvolvimento e que veicule o saber, o saber fazer o saber ser e o saber estar. Uma educação que nos faça orgulhar do nosso pais e da nossa história.>>


 Modernismo
Definição:
Modernismo ou Movimento Moderno foi um movimento literário, artístico e cultural que surgiu no começo do século XX, e seu objectivo era quebrar ou rompimento com o "tradicionalismo" (Parnacianismo, simbolismo e a arte académica) da época, experimentando novas técnicas e criações artísticas.
O modernismo ficou marcado por transformações vertiginosas e caóticas, além da efemeridade e sensação de fragmentação da realidade. Os artistas modernistas sentiam a necessidade de mudar o meio em que viviam, experimentando novos conceitos.
Acreditava-se que as formas “tradicionais” das artes plásticas, design, literatura, música e cinema estava totalmente ultrapassadas. Devia-se “criar” uma nova cultura, com o objectivo de transformar as características culturais e sociais já estabelecidas, substituindo-as por novas formas e visões.  
Os artistas modernos, a partir dessas novas formas artísticas que se estabeleciam,  desenvolviam as suas técnicas de criação e reprodução, fazendo surgir subjectivamente uma nova forma de pensar o sistema vigente. O modo de pensar e o posicionamento do artista perante os processos da modernidade (a mudança, a efemeridade e a fragmentação), eram de extrema importância para a formação de uma estética modernista.
Vicente Van Gogh é um dos principais representantes da renovação estética nas artes do fim do século XIX
Chama-se genericamente  modernismo  (ou movimento modernista) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as arte e o design da primeira metade do século XX Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os vários movimentos, eles em geral se diferenciam e até mesmo se antagonizam.
Encaixam-se nesta classificação, dentre outros campos culturais, a literatura, a arquitectura,  design, pintura,  escultura,  teatro e a música modernas.

A primeira metade do século XIX na Europa foi marcada por uma série de guerras e revoluções turbulentas, as quais gradualmente traduziram-se em um conjunto de doutrinas actualmente identificadas com o movimento romântico, focado na experiência individual subjectiva, na supremacia da Natureza, como um tema padrão na arte, meios de expressão revolucionários ou radicais e na liberdade do indivíduo. Em meados da metade do século, entretanto, uma síntese destas ideias e formas de governo estáveis surgiram. Chamada de vários nomes, esta síntese baseava-se na ideia de que o que era "real" dominou o que era subjectivo. Exemplificada pela realpolitik de Otto Von Bismarck , ideias filosóficas como positivismo  e normas culturais agora descritas pela palavra vitoriana.
O modernismo e uma corrente literária que, em Portugal, surge associado ao advento da republica. Pode se dizer que se trata de uma rejeição ou negação da tradição e uma tendência a encarar os problemas sob uma nova perspectiva baseada em ideias técnicas actuas.
A busca pelo moderno e inovador e a principal marca deste período. Na poesia 
Modernista já não e a expressão do indivíduo mais a linguagem que se constitui a partir de um vazio, de não-eu.
Prima-se pela versificação livre o versilibrismo.  
O maior representante do modernismo Português foi Fernando Pessoa

 
             Fernando Pessoa
        Fases do Modernismo
Primeira fase (ou fase Heróica)
A primeira fase  (ou primeira geração modernista):  A fase heróica, como também ficou conhecida, é representada, principalmente, pela tríade modernista, isto é, os escritores Manuel Bandeira, Mário e Oswald de Andrade. O trio deu continuidade aos postulados de 1922-1930, apresentando uma estética transgressora, testando os limites da forma e do conteúdo e combatendo as escolas tradicionais de nossa literatura; esta fase caracteriza-se por um maior compromisso dos artistas com a renovação estética que se beneficia pelas estreitas relações com as vanguardas Europeias (cubismo, futurismo, surrealismo, etc.), na literatura há a criação de uma forma de linguagem, que rompe com o tradicional, transformado a forma como ate então se escrevia, algumas dessas mudanças são: A liberdade formal (utilização do verso livre, quase abandono das formas fixas como o soneto, a fala coloquial, ausência da pontuação, etc.).
Este período caracteriza-se também pela formação de grupos do movimento modernista: Pau-Brasil, antropófago, verde-amarelado, grupo de porto alegre e grupo modernista regionalista de recife. 

       

        Segunda fase (ou fase de consolidação)


Segunda fase (geração de 1930):  Os escritores da literatura modernista nos anos 1930 deram continuidade às conquistas da primeira fase, contudo, diante de um contexto histórico beligerante, era preciso voltar as atenções para a realidade e utilizar a literatura como instrumento de denúncia e análise social, tanto na prosa quanto na poesia. Entre os principais representantes dessa fase estão os escritores Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, entre outros.

          


Terceira fase

Terceira fase (geração de 1945):  A pesquisa estética e a renovação das formas de expressão literária, tanto na poesia quanto na prosa, foram as principais características da geração de 1945. Caminhando em direcção à experimentação, os autores da terceira fase do Modernismo vislumbraram outras possibilidades temáticas, deixando em segundo plano as preocupações políticas, ideológicas e culturais que marcaram a geração de 1930. Seus principais representantes foram Clarice Lispector, Guimarães Rosa, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Mário Quintana, entre outros.
Para que você conheça cada uma das fases da literatura modernista, suas características e principais escritores, o Mundo Educação preparou uma sessão sobre o Modernismo brasileiro. Nela você encontrará diversos artigos que têm como objectivo elucidar esse importante movimento de nossa literatura. Em verso e em prosa, conheça o último movimento de vanguarda de nossas letras. Boa leitura e bons estudos!

              Principais Modernistas
Os principais modernistas da época do modernismo são:
Manuel Bandeira, Mário, Oswald de Andrade, Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Monteiro Lobato, Simões Lopes Neto, Lima Barreto, Augusto dos anjos, Lazar segall, Anita Malfatti.

Principais características do modernismo

  • Inconformismo político - espírito revolucionário;
  • Irreverência, iconoclastia;
  • Antiacadémicos, antitradicionalismo, antitabagismo, anticonformismo;
  • Rejeição das normas estéticas consagradas;
  • Proposta de inovações linguísticas:
  • Versos livres;
  • Aproximação entre poesia e prosa;
  • Exploração de novos temas;
  • Simultaníssimos, sínteses, fusões diversas;
  • Uso da linguagem coloquial;
  • Humor, ironia, o "poema-piada";
  • Incorporação do quotidiano;
  • O moderno como um valor em si mesmo;
  • Nova concepção do mundo e do homem.

Na literatura brasileira, as principais características do Modernismo são:

  • Fragmentação
  • Síntese
  • Busca pela linguagem brasileira
  • Nacionalismo
  • Ironia, humor, paródia e piada
  • Relato do quotidiano
  • Urbanismo
  • Revisão crítica do passado histórico e cultural
  • Subjectivismo
  • Versos livres
  • Modernismo
  •  

Exemplos de textos da época do modernismo
Moça Linda Bem Tratada

Moça linda bem tratada,
Três séculos de família,
Burra como uma porta:
                   Um amor.
Grã-fino do despudor,
Grã-fino do despudor,
Esperte, ignorância e sexo,
Burro como uma porta:
Um coió.

Mulher gordaça, filo,
De ouro por todos os poros
Burra como uma porta:
Paciência...

Plutocrata sem consciência,
Nada porta, terramoto
Que a porta do pobre arromba:
Uma bomba.

Mário de Andrade


— Psio . . . —
Para cá, para lá. .
Para cá e. .
— O novelozinho caiu.
Pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.

Oswald de Andrade

Eu sou trezentos...
Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,
As sensações renascem de si mesmas sem repouso,
Ôh espelhos, ôh! Pirenéus! Ôh caiçaras!
Si um deus morrer, irei no Piauí buscar outro!
Abraço no meu leito as melhores palavras,
E os suspiros que dou são violinos alheios;
Eu piso a terra como quem descobre a furto
Nas esquinas, nos táxis, nas camarinhas seus próprios beijos!
Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,
Mas um dia afinal eu toparei comigo...
Tenhamos paciência, andorinhas curtas,
Só o esquecimento é que condensa,
E então minha alma servirá de abrigo.
Mário de Andrade










Conclusão
Durante a realização deste trabalho, o grupo sentiu-se induzido, a recorrer a biblioteca virtual e a internet, procurando dar o máximo para poder chegar as expectativas, assim como as exigências do docente desta magnifica disciplina de Português, chegamos a conhecer que: O modernismo é um movimento literário e artístico do inicio do século XX, cujo objectivo era o rompimento com o tradicionalismo, a libertação extática, a experimentação constante e, principalmente, a independência cultural do pais.
Ao investigar o trabalho em referência evoluímos bastantes dificuldades, com em sem bibliotecas recheadas quando a nossa vila.
NB: Façamos de escola um centro de formação integral do homem.



















Bibliografia
Titulo: modernismo na literatura-Histaria e Movimentos literasavetime: 2017-08-23
(horas:18:17 minutos)
Titulo: modernismo na literatura-Histaria e Movimentos literasavetime: 2017-08-23
(horas:19:32 minutos)
 Titulo: modernismo na literatura-Histaria e Movimentos literasavetime: 2017-08-23
(horas:14:12minutos)






Introdução


O presente trabalho é da disciplina de português, tem como carácter avaliativo. Tenho privilegio de colocar nas mãos do docente desta magnifica disciplina < < português >>
O presente trabalho é constituído por uma gama de conteúdos sobre Modernismo, pois esperamos que este trabalho represente uma mais-valia nos exercícios dos estudantes e as funções do docente.

<< por uma educação de qualidade para todos estudantes úteis, a si próprio e a sociedade que emanam e fazem parte, uma educação ao serviço do desenvolvimento e que veicule o saber, o saber fazer o saber ser e o saber estar. Uma educação que nos faça orgulhar do nosso pais e da nossa história.>> 

Blog “Musik Groove” abre espaço para novos talentos que têm dificuldades em colocar as suas músicas na internet

Nesse mês de Junho o blog Musik Groove decidiu dar uma oportunidade a todos novos talentos que não têm condições de meter as suas músicas na Internet.
Esta iniciativa do blog Musik Groove visa acabar com as dificuldades que os novos talentos têm em colocar as suas músicas na internet para download, e contribuir consequentemente no desenvolvimento da música moçambicana.
Para a publicação, o artista deverá enviar a música seguindo certos requisitos e a música será avaliada pela equipa do blog Musik Groove.
Como enviar as músicas?
As músicas são enviadas via E-email: Renydasilvajr@gmail.com
Requisitos
§  Capa/Foto da Música
§  É importante que a Música Contenha o Género/Estilo
§  O Ano da Música
§  A Produção/estúdio
Para mais informações contacte
+258 84 01 85 978 – Sr.    Reny da Silva Jr

“Cor de Rosa”: Shellsy Baronet surpreende com novo EP















Elvira Viegas, a diva por direito, é convidada desta semana do “Sons e Sabores de Moçambique”, dia 31 de Maio, às 20horas, no Fishmonger (cita na Rua Sansão Mutemba, número: 412 em frente ao Comité Olímpico). Elvira Viegas é como se fosse uma mãe na música moçambicana, por várias razões.
Mas claramente que o facto de possuir uma música carregada de mensagens tão verdadeiras, com um dom de omnipresença nas vidas vai fundamentar esta distinção. Com esta virtude Elvira desperta, através da sua música, os mais múltiplos sentidos da arte. Ensina-nos que compor não é um exercício do acaso, aliás, há alguma coisa de ritualística entre os seus versos.

Ouvir Elvira Viegas é um exercício de reflexão permanente, como dirigia alguém, é uma música não feita apenas para os pés. A sua música é dirigida a mente, é para pensar. Mas Elvira é também uma mãe da nossa música pela escola que sempre foi para vários artistas, em parceria com a Tia Ivone Mahumane, contribuiu em grande medida para a formação de diferentes gerações de artistas moçambicanas. Muitos fizeram da arte um farol para as suas vidas, outros não. Mas estes, que não seguem a arte hoje, com certeza imprimem ao mais puro humanismo em tudo que fazem.Elvira Viegas descarrega do peito toda mensagem que pretende cantar: na palavra e na emoção certa. É uma diva por direito. Há muitas páginas da história da nossa música com o seu nome registado. Elvira Viegas não só conseguiu encher o seu percurso de amizades e fantásticas colaborações, bem como encheu o verbo de palavras sólidas que nos ensinam o sentido de pertencer a uma Nação.
Nesta edição do “Sons e Sabores de Moçambique”, Elvira Viegas vai cantar num show em formato acústico. Vai conversar, partilhar emoções, momentos, estórias, influenciar e estimular. Será a mais completa celebração da sua obra, mas sobretudo um reencontro entre esta figura incontornável com os seus seguidores. Será mais uma noite de música,

Alguém fala para o Dygo, que o Professor Lay (não é prefeta ley nem imitador do Lay Lizzy)?


Boa noite Hugo, espero que estejas bem pois eu estou conservado pela graça de Deus, obrigado. Respondo pelo substantivo de Liodengua ou simplesmente Lio, como preferir. Tenho medo de me apresentar pelo meu nome oficial. Temo que exista, aí em Maputo, alguém com mesmo nome ou similar. Parece que me será de pouca fé, caso existir algum cidadão, mesmo que não seja famoso, mas que seja de Maputo, continuar a portar o meu próprio nome diante de toda população moçambicana — em especial aos telespectadores do Atracções, na Miramar.
Escrevo-te por causa das expressões que proferiste no teu programa, hoje, segunda-feira (21 de Maio), à respeito do Professor Lay.
Hugo, perdão por lhe chamar pelo seu nome real — é que cá na banda, existe um “cota”, antigo combatente, cujo nome é Daigo. Além dele, na banca e nos agiotas existe um processo que se chama Juros. Daí que, chamar-te Daygo (Boy – Expressão inglesa que significa “jovem” — que existe na diáspora o Burna Boy, aqui em Moçambique temos Boy Teddy… entre outros) (Juros), não passa de uma mera confusão de nomes existentes desde a minha era infante até então.
Não sou fã, nem admirador secreto das músicas do Professor Lay, mas venho acompanhando a sua carreira artística desde que ele era um simples desconhecido até então. Entenda que, Hugo, não sabes tu qual é a magnitude da fama que este miúdo tem e desde quando ele trabalha para tal feito. Daí que aconselho a evitar matar, apagar, tapar o sol com peneira e desmoralizar cantores doutras províncias por causa de uma simples preguiça de procurar a biografia deles ou viver sob pensamento de que tudo o que vem antes do Save é cópia e o que existe depois é o verdadeiro!
Peço, oh Hugo, para que se lembre sempre que diante dessas câmaras de filmar, não se deve em nenhum momento misturar assuntos tribais, embora o tribalismo seja marca do africano. Perdão! Não te estou a chamar de tribalista. Não, quem sou eu para fazer isto? Chamo-te à atenção quanto a certos aspectos comportamentais que nos podem levar a erros graves principalmente quando se trata de factos que pensamos saber.
Professor Lay já vem desde há muito tempo. Tempo em que o Lay Low cantava “please call me” com Hernâni e companhia, muito antes de se pensar que Lay Lizzy faria-nos cantar “they love the crew”. À semelhança de Lay, existe um tio meu que vive mesmo aí em Maputo cujo nome é Hugo, muito mais velho que tu — não seria melhor termos de te dar um novo nome? Claro que não! Hugo, assim como milhares de cidadãos que respondem pelo mesmo nome que tu, existem centenas de artistas que também têm o mesmo nome mas jamais constituiu preocupação.
Lay é um verdadeiro professor. Não só pela sua história de vida, mas também pela sua persistência e coragem. Ele é um verdadeiro lutador e derrubador de barreiras (espero que esta não seja mais uma). É alguém que deve ser respeitado e tratado como um artista de longa data.
Por mim é tudo. Apenas desejo que fiques bem, na paz do senhor e que ele continue a iluminar-te sempre. Porém, o maior desejo é que corrijas esta situação quando poderes e se quiseres, pois não feriste somente ao Lay, o verdadeiro professor, mas também àqueles a quem representa no entanto.